A vida,
Como explica-la?
Como explica-la?
Como entendê-la?
Sem forma,
Confusa e complexa mas,
Ao mesmo tempo definida.
Definida pela liberdade reprimida,
Pelo jeito bonito, bizarro e carnavalesco de ser.
Sem em momento algum tentar nos mudar,
De um jeito abstrato ela nos deixa livres a escolher.
Cheia de surpresas e personalidades diferentes.
Ignora o mau que constantemente fazemos,
E traça uma rota para que possamos seguir seus conselhos.
Mas nunca seguimos seus conselhos...
Dessa forma sempre matamos a harmonia que ela tentou nos conceder
Sem pensar no por vir
Temos visões distorcidas do presente.
Temos como ideal,
Coisas que ela nunca desejou para a gente
E ainda a culpamos pelas consequências.
Como uma mãe está sempre a nos vjiar e ensinar,
Mesmo que de uma forma impercepitível.
Organiza encontros e desencontros,
Para acertarmos no futuro quase que presente
O que ela sabe que é o certo para a gente.
Harmonia entre os homens e a natureza,
Enfeites e diferentes belezas
É o que ela quer nos proporcionar
Temos incriminado ela,
querendo separar o certo do errado,
o bonito do feio,o branco do negro,
o que nem mesmo ela, que pode
tentou fazer
Ela que poderia impor, não impos,
Por que nós teriamos o direito de o fazer?
Somos como pedras preciosas a serem lapidadas,
Lapidadas por ela e por Deus,
Sem retirar o nosso livre arbítrio.
Ela tem nos lapidado mesmo que não a agradeçamos,
Por tudo que ela fez e quer nos fazer.
A vida é bela,
inpendente de quão feia façamos ela parecer ser
Se pararmos de a culpar, e começarmos a observá-la
Poderemos ver o quão bela ela é, e quer ser...
PARA NÓS
Vivamos a vida como na sincrética diáspora
Onde a finalidade da vida, era viver.
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